A agência média gasta hoje mais em assinaturas de IA do que em software clássico
Quando IA generativa entrou na rotina criativa, cada função da agência ganhou uma ferramenta nova. Quem escreve criativo passou a ter IA de copy. Quem produz imagem passou a ter três geradores diferentes. Quem cuida de vídeo passou a ter editor com IA, lipsync com IA, geração de cena com IA. Quem cuida de pesquisa passou a ter LLM com browsing. Quem cuida de atendimento passou a ter automação com IA.
Cada uma dessas ferramentas tem assinatura própria, política de uso própria, limite próprio e curva de aprendizado própria. Em poucos meses, a operação acumula vinte cobranças no cartão e ninguém sabe ao certo qual delas está sendo usada de fato.
Esse guia organiza o mapa: o que existe em cada categoria, quem usa o quê dentro da agência, e em que ponto faz sentido parar de comprar avulso e adotar um ecossistema com curadoria.